corpos rígidos de nada em nata
brancos de sem sangue serem já
com tickets brancos no maior dedo
do pé
todos ali deitados como que aguardando
a espera
do último trem que levará
um de nós todos aqueles somos
eu me levando semi-morto
ou semi-vivo
de que vale um peixe vivo viver
fora da água fria
me pedem exame s para ir a hades
e eu não vou
enquanto meu eletro-cardiograma estiver mau, mal de parkson
Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 12h24
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