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lowcura


TENTANDO MELHORAR

 

Rasguei meu pulso com a tesoura.

Certa vez, quase implodi

E meu coração acelerou tanto

Que eu estava parado

A duzentos por hora.

 

Por ora estou acordado

E olho as luzes no teto:

São os carros em que ontem

Me joguei pela terceira vez

E hoje, não, nem, nunca

 

Agora usam um bisturi

Para costurar quem fui.

Isso se voltar um dia

A ser quem era

Eu, que nunca fui nada,

 

Mesmo.

 




Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 11h57
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EXTREMA UNÇÃO

 

Há céus e escudos. O corpo pesa segundos. As ilhas em mim dissolvem as aspirinas. Nenhum maníaco brotará do espaço que me separa de você. As mãos enrugadas de frio. A navalha cortando o resto dos pelos. A soleira lá de cima está bem alta. Podemos dividir o resto de comida. Dancemos um calipso agora. No meio dessa taça de champanhe há uma cereja. No meio da empada uma azeitona. No meio de você um filho. Magnólias cuspindo polens para a noite. Diademas lado a lado com guirlandas e grinaldas. O padre está orando em seu canto imaculado. Só agora me dá a comunhão. Como quis pecar antes disso. Ornado de fantasmas visto minha roupa mais bonita e espero mais um dia. 



Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 17h38
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ACHISMO

 

Eu acho que nós somos muito mau

Nós quer ver guerra pela televisão

Nós quer ver atentado em todo o 11 de setembro

Nós torce pelo mais fraco

Nós quer torcer por um

Nós quer ver programas de polícia na tv

Nós não quer aprender a falar

Não fale por mim idiota



Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 20h26
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