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lowcura


NUNCA MAIS VOLTEI DE VOLTA

 

Nunca saí de mim

Nunca entrei também

Sou como um trem

Que partiu

Só vai

Não vem

 



Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 16h08
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SÃO RODRIGO

 

 

Ainda alguma iguana

Anda desumana

Pela chuva de suas pegadas

 

Ainda alguém que sofre

Sofre no silêncio de uma escuridão de brasões em fuga na parede

 

Quem sabe um dia o que farão

a mim

quando eu surtar de novo

 

Me porão no porão

para comer estrelas com arroz doce com canela

e ver as estalactites pingando na minha cabeça

 

Eu que fui quem não quis

sei muito bem ser como quero

Acho que hospício

é meio um cemitério

 

 



Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 10h41
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a parteira

 

em seu oculto olhar

atrás dos óculos rayban

estará o lúgubre de orelhas

a fauna habitual de um olho

e a natureza de um ser humano

 

em seu oculto olhar

há uma mulher que ama

há um homem que desaba

e um triste sonho de viver

com alguém que não lhe ama

 

em seu oculto olhar

há um oculto arco-íris

e um velho aeroilis de vovô

e a remington de everaldo

e muitos sonhos em que serei

 

em seu oculto olhar

há uma louca conjuntivite

e uma barriga de filho vindo

e uma bacia de água

e muitos sonhos em que sou



Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 23h26
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