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lowcura


Trecho da novela TODOS OS CACHORROS SÃO AZUIS.

Andava pela casa e me sentia um ser livre. A liberdade estava nas pequenas coisas: ver os e-mails, poder abrir a geladeira. Agora era preciso ser mais saudável. Abrir as coisas. Fui abrindo a caixa de fósforos. Abri o gás. Abri o fogo. Abri a caixa com incenso. Fui abrindo, abrindo, abrindo como se estivesse abrindo e descobrindo as coisas pela primeira vez. Parecia que tinha ficado um século fora de casa. Estava tudo igual, mas diferente.

Era uma borboleta borboleteando pelo campo minado, pela zona de força, pelo local onde ocorreram todos os meus escândalos. Estava de volta à minha vida.

Botei uma pizza no forno. Finalmente ia comer alguma coisa que me apetecia. Devorei a pizza feito um viking comedor de codornas assadas. Depois me deitei para dormir.

Os remédios me faziam tremer e babar.

A noite chegou veloz. Bati um prato de legumes e salada de lanche. Fui para o meu quarto e dormi.

 



Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 14h32
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crio mundos inocentes

parâmetros para pensar a doença

(não é todo mundo que

tem uma bomba que

pode explodir)

(que pode imprimir um texto em sua mente que

pode numa fração de segundo

não distinguir mais entre qual realidade

mais se adapta a cada loucura /que

também ao se olhar no espelho depois de tudo

deixe de se angustiar tanto que possa

pôr um ponto final. que

só se reconheça em reticências que

só se diga aquela palavra

na hora exata

em que se plugue na mente

uma conexão qualquer que

navegue como um som)

às vezes ouço um piano

às vezes ouço uma voz

pior quando não ouço nada e estou sozinho

e o pior acontece

aço na testa e o início de um calafrio que não termina

nem com uma gota anatensora

((só a realidade é calma

enquanto coço o infinito com o meu maior dedo do pé pois

não estou mais

aqui))



Escrito por Rodrigo de Souza Leão às 12h43
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